O diagnóstico de gravidez acarreta sempre algum grau de ansiedade, pela incerteza do que vem a seguir: Será que está tudo bem? Haverá alguma malformação do feto? É necessário ir já ao médico? Ao obstetra ou ao centro de saúde?
Algumas destas questões ficam automaticamente respondidas quando se faz a tal consulta pré-concepcional, se tal não aconteceu, deve fazer um teste de gravidez que pode ser feito em casa, na farmácia ou num laboratório.
É importante que a grávida seja vigiada e acompanhada em consultas periódicas, sendo que a primeira consulta deve ser nas primeiras 10 semanas de gravidez e as seguintes de acordo com o calendário que for determinado pelo médico assistente.
Claro que nem todas as grávidas têm o mesmo risco obstétrico. As adolescentes, as mulheres com mais de 38 anos, as hipertensas, as diabéticas têm maior probabilidade de desenvolverem complicações no decurso da gravidez.
Na consulta pré-concepcional ou na primeira consulta o médico determinará o risco existente e se necessário a vigilância, numa consulta de alto risco.
As consultas pré-natais, a realização das ecografias obstétrica (às 12, 22 e 32 semanas) e das análises; uma alimentação equilibrada (atenção às restrições próprias da gravidez) e a prática de exercício físico adequado, permitem passar por este momento privilegiado e por vezes único da vida de uma mulher/casal de uma forma suave e prazenteira.
Existem em alguns centros de saúde e noutros locais, cursos de preparação para o parto, que se recomendam dado tratar–se de um momento vivido sempre com alguma ansiedade e expectativa principalmente na primeira gravidez.
E DEPOIS DO PARTO…
O leite materno contém todos os ingredientes necessários à alimentação do recém-nascido e conferem-lhe inclusive protecção contra algumas infecções.
No início tem um aspecto diferente (o colostro) mas é rico em elementos anti-infecciosos e destina-se a ajudar a relativa imaturidade fisiológica do recém-nascido.
in Médicos de Portugal